Cannes, loucura.

Riviera Francesa
Mar verde, palmeiras por todo o lado, aquele vento forte da Riviera Francesa. O contador na minha frente começa: 5, 4, 3, 2... As luzes se apagam o triunfal barulho da produtora anuncia: Mais uma super produção. Que ódio, este festival não era como antes. Saudades da sétima arte. Mas filmes POP não podem merecer este crédito. Saudades da sétima arte.

Cinema é claro...
Pronto, começou o mais industrializado, digo mais importante, festival de cinema do mundo. O Festival de Cannes. Tapetes vermelhos para receberem os mais importantes atores e atrizes; dramaturgos e roteiristas; diretores e produtores.
É verdade que Cannes tem a maior concentração de cinema do mundo, claro em uma ilha paradiziaca na Riviera Francesa uma coisa não poderia faltar: Cinemas é claro. Quem vai para Cannes para se deliciar nas praias? É para assistir filmes!

Famoso
Conhecido, e adminirado, por lançar novos nomes para o cinema mundial, Cannes é ovacionado pela critica internacional por esse charme que sempre criou, da descoberta do cinema Oriental nas décadas de 40, passando pelo cinema Indie nos anos 60, a descoberta do novo cinema Brasileiro com a premiação de Lima Barreto em 53, até a barbaridade que aconteceu com último filme de Fernando Meirelles, Ensaio sobre a cegueira, Cannes surge e ressurge para o novo.

Abertura; Mais Cotado; Encerramento
O grande filme de abertura, este ano, é uma animação. Depois do anunciado rompimento da parceria da Pixar Animação com os Estúdios Disney, e o retorno dos trabalhos, o 3d, “UP” abre o festival, qualquer semelhança com a história do padre voador brasileiro é mera coincidência, afirmam os produtores do filme.

Almodóvar, e suas famosas cores, vem contudo com a sua parceirassa Penélope Cruz, “Los Abrazos Rotos”.

O filme de encerramento conta a história da criadora de vários estilos no mundo da moda, “Coco Chanel et Igor Stravinsky” de Jan Kounen, esta fora da competição.

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